Transformação digital e a força motriz da capacitação

O capital intelectual é a chave do sucesso da inovação nas empresas
Equipe Fintera
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29/09/2021

A pandemia acelerou o processo que já estava em andamento nas empresas: ser digital e, de preferência, global. Com o cenário caótico atual, com milhões de pessoas tendo que se isolar e continuar sendo produtivas, a tecnologia para conectar, integrar e agilizar invadiu os escritórios, as casas dos funcionários e dos consumidores.

Segundo dados da Forrest, as interações digitais dos consumidores ainda vão crescer 40%, porém, o que muitos acreditam é que a tecnologia vai fazer o trabalho humano integralmente e acabar com a maioria dos empregos. Sim, algumas funções podem até ser automatizadas, como as repetitivas e braçais, mas sempre haverá a necessidade de ter um funcionário para planejar e implementar inovações, interpretar dados e melhorar a experiência do usuário através do relacionamento com ele.

Portanto, para os negócios crescerem, não basta só investir em tecnologia. É preciso preservar o capital intelectual das empresas. Treinar o seu pessoal continuamente para que atualizem as informações cadastradas no sistema, supervisionem o funcionamento dos robôs, façam pesquisas e condução de mudança, por exemplo, é fundamental. Os funcionários precisam estar sempre capacitados para trabalhar com automação e Inteligência Artificial.

A gestão do capital intelectual é a força-motriz dos negócios, pois ele é a soma do conhecimento de todos da empresa. Os funcionários devem ser reconhecidos e valorizados como o principal ativo das companhias e o objetivo dessa gestão deve ser agregar valor, aumentar a produtividade e os resultados.

Algumas ações simples podem ser feitas para manter o crescimento da empresa:

  • Foco em reter os talentos e diminuir a rotatividade dos funcionários;
  • Investir na formação continuada do público interno;
  • Ter processos bem estruturados com supervisão e melhoria contínuas;
  • Investir em tecnologias de suporte seguras que coletem dados, analisem processos e reúna o conhecimento da empresa;

Ser digital, no século XXI, é o que vai garantir a sobrevivência de muitas empresas neste mercado cada vez mais conectado e ávido por facilidades para o dia a dia. Pesquisas apontam que 40% dos empreendimentos tradicionais podem deixar de existir, até 2025, por não se adequarem à era digital. Mas, ao mesmo tempo em que funções podem deixar de existir, outras vão surgir com certeza.

A maioria dos processos empresariais pode ser melhorada através da tecnologia. A Forbes listou as principais tendências da transformação digital para 2021:

  • A ascensão do 5G;
  • CDP — Plataformas de Dados dos Clientes;
  • Cibersegurança;
  • Computação Confidencial;
  • Computação quantum.
  • Democratização da IA;
  • Dispositivos dobráveis;
  • Home-office;
  • Nuvem Híbrida;
  • Tecnologia Headless (separação entre front-end e back-end);

A tecnologia é um diferencial empresarial, mas a qualidade do relacionamento é primordial. E apenas funcionários engajados e capacitados podem oferecê-lo a pessoas cada vez mais conectadas e exigentes que buscam otimização do tempo e atendimento personalizado para atender às suas demandas.

Nós investimos na democratização de inteligência artificial e na experiência do cliente através dos nossos produtos de automação financeira que oferecem redução de custos e erros, aumento da produtividade, mais segurança e menos processos manuais para as empresas. A Fintera chegou no mercado para automatizar e agilizar processos financeiros, mas o foco da empresa sempre será o cliente e a inovação.